
Aluisinho
Os jogos da última sexta (16) entre Maurício de Nassau e FAFIRE tiveram uma particularidade. Ambas as equipes, masculino e feminino têm o mesmo treinador. Aluisinho é técnico da Faculdade Maurício de Nassau, já Patrick Brayner é treinador da FAFIRE.
Aluisinho entende que o tratamento entre as equipes é, na prática, realizado de uma forma diferenciada. “Estamos em uma fase de renovação, de um trabalho que começou desde 2005. No começo tivemos um pouco de dificuldade para implantar uma filosofia de trabalho, um conceito de jogo, mas as meninas tiveram uma boa assimilação, sempre com muito interesse no aprendizado, além da necessidade de se ter mais sensibilidade. Já no masculino, eles já têm uma boa base, eu apenas indico aspectos táticos a serem praticados nas partidas”, contou o treinador.

Patrick
Do outro lado estava Patrick, que além de técnico das duas equipes é, também, Personal Trainer e procura, com dificuldade, conciliar as duas atividades. “No masculino nós podemos fazer um número maior de jogadas, as partidas são realizadas com mais força. No feminino as jogadas são mais restritas, mas as meninas conseguiram alcançar uma boa leitura de jogo. É difícil conciliar os dois trabalhos, nós só treinamos duas vezes por semana, à noite. É muito corre-corre. Eu também dou dicas de alimentação, mas infelizmente não há tempo para treinos físicos”, concluiu Patrick.
Por: Pedro Costa

Rayane
Caloura impõe respeito
A estréia da ala esquerda Rayane nos Jogos Universitários Pernambucanos – JUP’s não poderia ter sido melhor. A estudante de administração da Faculdade Frassinette do Recife (Fafire) fez os três gols de sua equipe na vitória sobre a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), por 3×0, nesse domingo.
Além disso, Índia, como é conhecida entre as colegas do futsal, mostrou muito talento, pontaria e raça, características que ficaram marcadas nos seus gols.
De apenas 19 anos, Índia parece ter sido um ótimo reforço para o técnico Patrick neste 2° turno. Com a experiência de bater bola com os meninos desde os sete anos e com o curso inteiro pela frente – Rayane está no 1° período -, a ala esquerda promete também se destacar em muitas outras edições dos JUP’s.
Por: Marcos Velloso

Dayana Rodrigues
Quando tinha mais ou menos uns 10 anos de idade, ela teve que optar pelo vôlei ou handebol e a escolha não foi muito difícil para Dayana Rodrigues, 19 anos, ponteira esquerda da equipe de handebol feminino das Faculdas Integradas Barros Melo (Aeso).” Preferi o handebol por que tem mais a ver com minha personalidade, gosto da disputa do esporte, da competitividade que ele tem, um jogo, que para mim, é mais emocionante. Me dá mais prazer de estar em quadra”, explica.
A garota, que escreveu uma história no handebol de muitas conquistas e realizações pessoais, desde pequena figurou entre as melhores, e, então com 15 anos já era campeã brasileira cadete de handebol – cadete é uma categoria na modalidade de 15 / 16 anos – no ano seguine foi bicampeã.
E, por tanto destaque, em 2005, participou das seletivas para a seleção brasileira cadete e ninguém pode segurar mais a atleta, desde a primeira convocação ela não deixou mais de servir e representar seu País. Este ano já está convocada para seleção brasileira júnior.
Dayana ainda conquistou os títulos de campeã brasileira juvenil, campeã brasileira júnior, que foi, inclusive, este ano em Pernambuco, no município de Afogados da Ingazeira, onde com a vitória, ela e suas companheiras conquistaram não só o título, mas também, conquistaram, definitivamente, o respeito dos adversários.
O maior prêmio individual desta prodígio jogadora foi em 2006, quando recebeu o troféu de melhor atleta do ano da modalidade, em Pernambuco e melhor atleta do estado entre todos os esportes, desbancando nomes de peso como: Yane Marques e Sueli guimarães.
No ano passado, ela novamente garantiu o prêmio de melhor atleta da modadlidade no Estado.” É o reconhecimento do trabalho do atleta e me senti muito feliz por isso, mas sei que teno de melhorar sempre e cada vez mais”, pontuou.
Com a seleção brasileira, disputou muitas competições ao redor do mundo, já foi para França, onde participou do mundialito de preparação para o campeonato mundial de handebol.
São tantas as conquistas individuais e em grupo, que Dayana já foi assediada para deixar Recife, mas rejeitou a proposta.” Não saio de Recife, lá é o meu lugar, não trocaria essa equipe por outra, jogamos juntos desde pequenas, uma já conhece a outra, não teria motivo para deixar de jogar com elas”, explica.
A vida de atleta ela já sabe direitinho como é, mas a partir deste ano vai ter que equilibrar o tempo entres os treinamentos e o curso de publicidade e propaganda, que iniciou na Aeso.
A história se repetendindo, teremos muito em breve, um grande nome na publicidade brasileira.
Por: Thiago Vasconcelos
19/08/09

Carla lesionada / Foto: Chico Peixoto
Carla Olímpio Lira é uma dessas atletas, que são verdadeiros exemplos de superação no esporte e na vida.
A levantadora da equipe do vôlei feminino da Faculdade Maurício de Nassau veio a Fortaleza disputar as Olimpíadas Universitárias Brasileiras – JUB’s 2009 e ainda no aquecimento da equipe, minutos antes da estreia na competição, ela sentiu uma forte dor no joelho e foi vetada dos jogos, com suspeita de ruptura do ligamento cruzado ou do menísculo no joelho esquerdo, ela que deve está retornando para a capital pernambucana nas próximas horas.
Mas essa contusão é apenas uma pequena barreira na carreira da atleta de 27 anos, que tem uma história de vida cheia de conquistas dentro e fora das quadras.
A maior vitória na história da atleta, ela vem conquistando a cada minuto de sua vida, Carla aos 19 anos descobriu que era portadora da Lupus Eritematoso Sistêmico (LES), ou apenas Lupus, uma doença crônica de causa ainda desconhecida, onde acontecem alterações fundamentais no sistema imunológico da pessoa, atingindo predominantemente mulheres a LES desenvolve anticorpos que reagem contra as células normais, podendo, portanto afetar a pele, as articulações, rins e outros órgãos. Ou seja, a pessoa se torna “alérgica” a si mesma, o que caracteriza ser uma doença auto-imune.
Apesar do susto e do medo da morte, na época em que descobriu a doença, a jogadora se apegou mais na Fé em Deus. E ela fala, que foi na praia, o momento exato, em que descobriu a doença.” Estava em Fernando de Noronha e sentia uma sonolência, que jamais tinha sentido antes, dor nos joelhos, nas articulações também, foi quando em menos de uma semana depois de exames descobri que tinha Lupus”, lembra
Mas Carla Olímpio não se entregou à doença. “Nunca me senti doente”, diz. E , contrariando todas as indicações médicas de que não podia se expor ao sol (raios ultra – violetas), ela não só voltou às quadras de võlei, como também retornou ao seu habitat natural: as areias da praia. “A Dr. Ângela Pinto disse pra mim esquecer o vôlei e , que eu jamais penssasse em ficar exposta aos raios”, contou.
A teimosia da atleta lhe rendeu frutos, que jamais teria, se tivesse entregado os pontos. Então, com 21 anos Carla foi convidada pela ex-jogadora de vôlei e campeã olímpica, Jacqueline Silva – que foi a primeira mulher brasileira junto com Sandra Pires a conquistar, em 1996, uma medalha de ouro olmpíaca nos jogos de Atlanta – a fazer, o que seria a última dupla de vôlei de praia da carreira da veterana. ” Eu olhava pra Jackie e lembrava da cena das olimpíadas, em que ela sobe ao pódio, ficava sem acreditar que estva ao lado de uma campeã olímpica, tivemos um laço muito legal de amizade, ela que foi uma das prescursoras do vôlei de praia, e em 2004 se aposentou” contou.
Hoje, a estudante de publicidade quer continuar escrevendo sua história de superação, linha por linha, desafio por desafio, sempre e cada vez mais, ainda nas quadras, no entanto, agora, mais do que nunca, dentro da área de comunicação, onde pretende atuar.
No final da conversa com o Blog Futsal Universitário especial JUB’s 09, a levantadora da equipe comanda por Adalberto disse acreditar na força do vôlei feminino da Maurício de Nassau.” Adalberto conta com um time forte e tenho certeza que essa equpe que está aí vai conquistar o título dos JUB’s este ano. Queria ficar, mas tenho que voltar para cuidar do meu joelho, só tenho que desejar muita força pras meninas e que estou torcendo por elas”, se declara.
Por: Thiago Vasconcelos
18 / 08 / 09

Ridan Souza / Foto: Chico Peixoto

Daisla e Nathália
São duas adolescentes e alguns feitos em comum. Aos 18 anos Daisla e Nathália Melquiades jogam o primeiro JUB’s da carreira como atleta e já figuraram na seleção de base do estado, inclusive Nathália, após os jogos, vai a Maceió disputar o campeonato nacional juvenil de seleções.
A garota, que começou em escolinhas de vôlei aos 8 anos, jogou até os 12 e parou por causa da mudança de colégio. Quando foi estudar no colégio contato procurou a escolinha de vôlei para treinar, foi aí que o técnico Oscar Teixera convidou a jogadora para integrar a equipe da escola. Ano passado ela e a equipe do contato participaram das Olimpíadas Escolares (JEB’s), que faz parte da mesma organização das Olimpíadas Universitárias (JUB’s).
Já Daisla não queria ser jogadora de vôlei, as coisas foram acontecendo na vida da atleta e hoje ela é uma promessa do vôlei pernambucano. Uma hora e meia de viagem diária é o que a estudante enfrenta para ir aos treinos e assistir as aulas na faculdade. Uma barreira a mais para ser superada na vida da atleta, que considera o esporte essencial para sua formação acadêmica. ”Sem o vôlei, eu jamais teria condições de pagar uma universidade particular”, explica.
É a nova geração do estado chegando para continuar um novo ciclo de vitórias do vôlei pernambucano.
Por: Thiago Vasconcelos
A estreia da Faculdade Maurício de Nassau, representante de Pernambuco nas Olímpíadas Universitárias – JUB’s 2009, foi tenso e o nervosismo de estreia abateu a equipe, mas isso aconteceu até o momento, em que a atleta Ingred Winnie entrou e decidiu a partida.
A Nassau venceu o jogo por 4 x 2, derrotando a Universidade Castelo Branco do Rio de Janeiro.
Ingred, logo no seu primeiro lance participou da jogada do gol da virada pernambucana e fez o quarto e último gol do jogo garantindo a vitória da Falculdade Maurício de Nassau.
A garota de 19 anos é estudante do quinto período do curso de administração de empresas da instituição e faz parte da equipe, que desde o início do ciclo olímpico, em 2005, não sabe o que é perder nos Jogos Universitários de Pernambuco (JUP’s).
Este ano, o grupo comandado pelo treinador Aluisinho conquistou o título do priemiro turno dos jogos, o que deu a elas, a oportunidade de disputar a segunda Olimpíada Universitária da Nassau e a primeira do currículo, da estudante.
E agenda da jogadora esta lotada neste mês de agosto, logo depois dos JUB’s a atleta vai a Sergipe, onde disputa o campeonato nacional de seleções, ela foi convocada, pela primeira vez, para fazer parte da seleção pernambucana de futsal feminino.
É por esse desempenho, que Ingred Winnie é, hoje, a dona da bola da equipe na primeira rodada das Olimpíadas Universitárias – JUB’s 2009. Parabéns, Ingred!
Por: Thiago Vasconcelos
Ela cursa Educação Física na Universidade Castelo Branco do Rio de Janeiro e tem todos os fundamentos para ser umjogadora de primeira linha do futsal feminino nacional.
A ala, Diany Martins, é o ponto positivo, de hoje, da equipe carioca. Ela, que durante todo jogo contra a Faculdade Maurício de Nassau, demonstrou a experiência de quem atua não só em campeonatos universitários, mas tembém nos estaduais de clubes, a garota de 19 anos joga na equipe do Mackenzie - RJ.
Com muita personalidade, Diany superou o nervosismo de estreia e armou jogadas, deu assistência pra gol, participou da jogada de outro, partiu pra cima das adversárias sem medo e fez o que pode, para vencer a partida, mas não foi dessa vez.
As cariocas sairam de quadra derrotadas pelo placar de 4 x 2. Um fato importante da conversa que teve com o Blog Futsal Universitário foi a preparação para a partida de estreia, que, praticamente não existiu. ” Os treinos para as equipes aqui no JUB’s deveriam ser mais organizados, deveria ter quadras cobertas disponíves para os times e o cumprimentos dos horarios determinados, não houve nada disso”, reclama.
Apesar das observações feitas, a estudante carioca se mostrou tranquila e não acredita que esses problemas extra – quadra tenha influenciado no resultado da partida.
Por: Thiago Vasconcelos
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08 / 05 / 09
Sexta-feira
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Amanda Rosane

Amanda Rosane
Ela cursa Direito, quer ser delegada e joga muita bola, Amanda Rosane, 20 anos, é estudante da Faculdade Integrada de Pernambuco (Facipe).
A garota tem o sonho de conquistar um bom lugar na área jurídica. “Tenho fascínio pela igualdade de todos os direitos e sonho em, primeiro, diminuir a corrupção nos presídios e acabar com a violência contra a mulher”, explica.
Desde os 15 anos de idade, a menina de Tejipió, em Jaboatão dos Guararapes, joga futebol de salão e, este ano, será o segundo dela na disputa pelo troféu dos Jogos Universitários de Pernambuco (JUP’s).
O bom nível de rendimento da atleta é fruto de três parcerias: disciplina, treino e o Sport Club do Recife. “Treinamos terças e quintas aqui no Sport, que servem, também, como preparação para os JUP’s, já que participamos de outras competições estaduais”, disse.
A sociedade com a equipe rubro-negra já está no segundo ano seguido, com ela, as atletas ganham bolsa para estudar e, também, ajuda de custo.
O treinador Bruno Angeiras diz que um projeto não funciona sem o outro. “As meninas só podem fazer algum curso na Facipe se estiverem atuando pelo Sport, e se não estudar sai, aqui é rígido”, frisou.
O destino foi muito bom para Amanda, que nunca pensou em ser jogadora “Sabe quando seus pais falam pra você fazer algum esporte? Pronto, passei por alguns, mas o que me apaixonei mesmo foi o futebol”, explicou.
A bolsa é o grande motivo pelo qual a atleta está, hoje, no Sport Recife “Lógico que amo o que faço, mas não vislumbro um futuro como jogadora, é muito difícil. Jogar e ganhar a bolsa é um trampolim para alcançar a minha formação acadêmica”, justificou.
O vídeo que você vai conferir agora mostra o talento dessa jovem, que vai está nos JUP’s este ano. O jogo filmado foi válido pela Copa Pernambuco Sub-20, na entrevista concedida ao Blog Futsal Universitário, ela pediu a música do cantor Belo, Perfume.
Por: Thiago Vasconcelos

Diany Martins

Ingred Winnie
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Mais uma vez, Thiago está de parabéns, por esta criação do seu blog futsal universitário, que com os depoimentos vistos será de grande valia para aqueles que tem voltade de abraçar essa modalidade de esporte. Abraços e mais uma vez, gostei também de seu desempenho como repórter nas suas entrevistas. Você não me surpreendeu, é o que já falei, será um grande jornalista. Parabéns, Adail Amaral.
Apesar das derrotas,a esperança é a ultima que morre apesar de estar dificil mas não vamos desistir nunca vamos ter reforços e as coisas iram mudar vamos nos renovar novamnete e mostra par que entramos nesse jogos universitários.
Vocês estão de parabéns pelo blog! Gostei muito dos textos! Parabéns Thiago, Polly e Bila também pela colaboração!
Sáo grandes esquipes que estáo jogando, com um objetivo de chegar ao topo que venca a melhor equipe.
Gostaria de parabenizar o brilhante trabalho realizado pelo jovem e futuro jornalista Thiago Vasconcelos, que vem acompanhando a competição de Futsal da Fape com muito profissionalismo, superando, sem sombras de dúvidas, muitas dificuldades e deixando para traz muitos profissionais com experiência. Pernambuco precisa disso.
Continue com essa garra e com certeza seu futuro será um grande Suce$$o.
Parabéns.
Enio Guimarães
Delegado da Fape
Obs. Já esta em tempo de pensar em cobrir outros esportes. Aumente sua equipe e busque parceiros.
Pessoal tá de Parabéns, inclusive a atleta.
Pela competência de ambos, realizarem juntos, o desenvolvimento do blog.
E espero postarem mais vídeos, do FUTSAL FEMININO, que assim como atleta, gosto de obter informações sobre a capacidde de cada.
Abraços.
Raíza Arruda
Parabéns menina pela garra de vcs…Estão todas de parabéns pela força.